Os lucros milionários do Big Brother Brasil
A décima edição do reality show Big Brother Brasil, assim como todas a outras, arrematou altas cifras. Das cinco cotas de patrocínio do programa, quatro delas foram compradas pelas marcas que fizeram parte da edição de 2009 da atração: Fiat, Niely, Ambev (Guaraná Antarctica) e Johnson & Johnson (Sundown). A novidade ficou por conta da Unilever (com a marca Knorr) que entrou no lugar do HSBC, que há anos patrocinava a atração.
Cada cotista desembolsou cerca de R$ 13,5 milhões para ter a sua marca confinada na mansão do reality show. Somente com esses patrocinadores, a Globo arrecadou um total de R$ 67,5 milhões. O montante, entretanto, ainda é acrescido por boa quantidade de dinheiro oriunda das inúmeras ações de merchandising nas provas, festas e ações que definem a dinâmica do jogo, sem contar com os valores das ligações telefônicas, que nesta edição bateram recordes. A nona edição do programa teve uma das menores audiências da história, mas rendeu faturamento da ordem de R$ 280 milhões, isto é, R$ 100 milhões a mais do que a oitava. A estimativa é que esta edição do reality show, as cifras tenham passado dos R$ 300 milhões.
Então, é bom negócio ou não?
Ariano, nasceu em 27 de março de 1985 em Piripiri, Piauí. Graduou-se em Publicidade e Propaganda pela faculdade Ceut em 2006. Louco por publicidade, são-paulino fanático e apaixonado por música. Trabalha com design gráfico, webdesign, edição de vídeos, eventos e outras coisas mais! É viciado em séries e o rádio é o seu veículo de comunicação preferido.
Comentarios
No comments yet.